


Estela e Eduardo eram um casal em sintonia. Tudo o que um pensava o outro concordava. Eram carismáticos, generosos e doavam o tempo livre que tinham para fazer o bem. Por incrível que pareça, não conseguiram gerar uma criança. Como se costuma dizer: “Deus não quis”.
Um dia, de comum acordo, os dois resolveram adotar uma criança. Na hora de decidir por um menino, ficaram sabendo que a criança tinha mais duas irmãs. O casal se entreolhou e movidos de muito amor, acharam por bem não separar os irmãos. E foi assim que ao invés de um, levaram três. Sem querer usar o grito apelativo das feiras livres, “pague um e leve três”, Estela e Eduardo encararam esse desafio com o coração transbordando de amor pra dar. Mas nem tudo foi um mar de rosas. As crianças não estavam acostumadas com regras, com deveres e direitos. Foi difícil, não obedeciam de pronto, mas com o tempo tudo deu certo.
Tirando algumas situações assustadoras como o grito da pequena Alice e a rebeldia da Lígia, adolescente presunçosa e pirracenta, tudo foi se encaixando. A calma e os limites impostos com carinho pelo casal, foram se ajustando ao lar. O melhor caminho foi a paciência deles. Venceram a batalha por demonstrar o grande amor que tinham para doar. Assim, de repente formou-se uma família!
Tema: Criar um conto que envolva um filme.
Nome do filme: “De repente uma família”