A expectativa de alguém ler e comentar sobre algum texto que o escritor apresenta é muito grande. É preciso saber prender a atenção do leitor a partir do título. A troca do sentido construído pelo autor faz o leitor concluir o pensamento e traz os dois para o mesmo lado. Às vezes aquele que nunca se interessou por leitura é atraído por uma palavrinha chave que age como uma isca. O leitor se interessa mais ainda quando no decorrer da crônica ou do conto, prevalece o suspense para ser desvendado no final. Gostar de ler também é um fator importante. Esse hábito eu diria que é de responsabilidade dos lares, cujos provedores se valem da leitura dos jornais e consequentemente dos livros. Ler é um exercício constante.
O gosto pela leitura é desenvolvido desde a descoberta das primeiras palavrinhas que a criança em alfabetização aprende, lendo placas de propaganda, nome de lojas e suas funções, onde a união das sílabas encanta a criança com essa descoberta. Começa aí o encontro entre leitor e o autor. O leitor precisa de estímulo! É por esta razão que os livrinhos de histórias infantis são chamativos. Já os livros dos adultos, precisam ter um bom começo, sem palavras rebuscadas e voltas imensas, para se chegar a um contexto. Escritores prolixos são desprezados logo de início. O leitor quer entretenimento, conhecimento, quer ir direto ao ponto. O caminho é saber resumir sem perder o fio da informação, sentindo o que lhe causaria satisfação ao embarcar na história, na poesia, na notícia propícia e animadora. É disso que o leitor precisa...
Tema: O leitor precisa de quê?